Mesmo com as dificuldades impostas pela Covid-19, um diagnóstico sobre a situação dos jovens no mercado de trabalho, foi desenvolvido pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) por meio do Observatório do Trabalho de Minas Gerais em parceria com a Fundação João Pinheiro (FJP), aponta uma possível mudança de paradigmas que tende a dificultar cada vez mais a inclusão produtiva de jovens, dadas as transformações iminentes do mercado de trabalho promovidas pelo avanço tecnológico.

O boletim especial foi divulgado durante a celebração da Semana Estadual da Juventude, comemorada neste ano no período de 12 a 18 de agosto de 2021. O levantamento realizado utilizou dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua).

O boletim identificou que a empregabilidade dos jovens é marcada por maior precariedade e instabilidade, como evidenciado pelas altas taxas de informalidade e menor rendimento observadas ao longo dos últimos anos. O levantamento destaca ainda que a pandemia de Covid-19 acelerou transformações tecnológicas no mercado de trabalho, cujo impacto tem potencial para reduzir a demanda por trabalhadores pouco qualificados e aumentar desigualdades. A estratégia mais eficaz para o enfrentamento deste desafio passa por maior investimento em educação e capacitação profissional para os novos e futuros profissionais.

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