O Observatório do Trabalho de Minas Gerais em parceria com a Fundação João Pinheiro -FJP, elaborou uma análise do mercado de trabalho do Estado de Minas Gerais, através dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED, e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – PnadC.

Os dados são referentes a: Abril 2021 (CAGED) e 1º Trimestre de 2021 (PnadC).

Principais resultados encontrados:

  • A taxa de desocupação no primeiro trimestre de 2021 é a maior da série histórica da PNAD Contínua, em Minas Gerais. Estima-se que havia 1,482 milhão de desocupados no estado.
  • A subutilização também atingiu níveis recordes, alcançando 27,7% da força de trabalho ampliada. Havia 503 mil mineiros desalentados e 765 mil subocupados por insuficiência de horas trabalhadas.
  • Em relação ao último trimestre de 2020, a PNAD Contínua mostra destruição de 62 mil postos de trabalho. Houve criação de106 mil empregos assalariados com carteira assinada compensada, principalmente, pela redução de 118 mil empregados do setor público e 28 mil trabalhadores por conta própria.
  • Os dados do Novo CAGED reforçam os resultados da PNAD Contínua quanto ao mercado formal de trabalho.
  • Em abril de 2021, segundo dados do Novo CAGED, Minas Gerais teve saldo positivo de 13.942 postos de trabalho, decorrente de 149.767 admissões e 135.825 desligamentos.

Para acessar o boletim na íntegra, clique aqui

Categorias: CAGED